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A representatividade internacional de Lula e Bolsonaro após o 8 de Janeiro

Representatividade internacional

Os atos perpetrados na capital federal pelas mobilizações terroristas dos apoiadores radicais do ex-presidente Bolsonaro, em uma perspectiva na esfera das relações mundiais entre países, tem engendrado um dano muito grande para a figura do ex-chefe de Estado.

Diversos veículos de imprensa ao redor do planeta tem encarado toda essa situação designando-a como uma coisa prejudicial e inadequada, até mesmo as matérias de jornais que escrevem artigos com conteúdos políticos mais à direita tem condenado os atos do vandalismo, tal como os pertencentes à comunidade Britânica de Nações.

O periódico do Reino Unido, The Daily Telegraphy, fez uma associação entre as ações cometidas pelos terroristas com as declarações categóricas feitas por Jair Bolsonaro acerca de falcatruas nos processos eleitorais. Ademais, outra circunstância criada pelo evento ocorrido é que houve uma convergência para o revigoramento da nova gestão do presidente Lula em proximidade com a associação cosmopolita de países.

Presidente atual e ex presidente do Brasil

Diversas nações que compreendem América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e Eurásia se manifestaram em compadecimento com os empecilhos que a nova gestão presidencial brasileira está a passar, e muitos dentre eles se disponibilizaram caso o governo Lula necessite de algum auxílio externo.

É importante dizer que um líder proeminente de extrema-direita teceu amabilidades às ações dos vândalos apoiadores de Bolsonaro. O nome dele é Steve Bannon, um adjunto político estadunidense que já deu assistência ao ex- presidente Donald Trump, Bannon também é criador do grupo internacional de extrema-direita denominado de “The Movement”. Bannon, que outrora já ofereceu apoio ao seu correligionário político Eduardo Bolsonaro, comemorou e exaltou o episódio ocorrido no domingo (8) passado e denominou os invasores de “lutadores da liberdade”.

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