segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Amazonino Mendes, do PDT, está matematicamente eleito governador do AM


Amazonino Mendes, do PDT, está eleito matematicamente, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas. Com quase 87% de urnas apuradas, o candidato lidera com 59,25% dos votos na eleição suplementar, convocada após a cassação de José Melo. Eduardo Braga (PMDB) tem 40,48%.
O político retorna ao poder após cinco anos longe da vida pública – seu último cargo havia sido o de prefeito de Manaus, em 2012. Na ocasião, ele não tentou a reeleição. O vice dele é Bosco Saraiva.

Perfil

Amazonino Armando Mendes, 77 anos, nasceu em Eirunepé. Em 1983, Mendes chegou à Prefeitura de Manaus. Em 1986, um ano após o término do seu mandato de prefeito, ele foi eleito pela primeira vez Governador do Amazonas. Em 1990, o político chegou ao Senado. Dois anos após ser eleito Senador, Amazonino retornou à Prefeitura de Manaus. Desta vez, o mandato do político durou somente dois anos. Isso porque, em 1994, ele deixou o cargo para assumir, pela segunda vez, a função de Governador do Amazonas. Ele ficou no cargo de Governador até o ano de 2002, pois foi reeleito em 1998.
Em 2004, tentou candidatura à Prefeitura de Manaus, mas foi derrotado por Serafim Corrêa. Em 2006, amargou outra derrota, desta vez para o Governo do Estado. Ele foi vencido por Eduardo Braga, no primeiro. Em 2008, Amazonino voltou a se candidatar à Prefeitura, sendo eleito no 2º turno. Após o fim do mandato, não tentou a reeleição e chegou a descartar novas candidaturas.

Campanha

Com o início do segundo turno, os candidatos tiveram duas semanas para convencer o eleitorado de que suas propostas e intenções seriam melhores para o interesse público. A Propaganda eleitoral gratuita para o 2º turno teve início no dia 12 e se estendeu até a sexta-feira (25).
Trocas de acusações marcaram a disputa em programas de TVs e rádio. Braga afirmou que Amazonino deixou obras inacabadas enquanto prefeito, de 2009 a 2012, e que o candidato não tinha propostas para combater o índice de violência no estado. Amazonino, por sua vez, revidou com um programa eleitoral sobre o assunto.
Amazonino afirmou sofrer ataques infundados de Eduardo Braga. Ele, inclusive, deixou de comparecer ao debate da emissora Rede Amazônica, na sexta-feira (25), onde ele estaria ao lado do adversário. Em nota divulgada poucas horas antes do início do programa, advogados do governador eleito comunicaram a ausência dele. “Com um adversário desleal, que faz o jogo sujo da velha política, um debate sincero, honesto e propositivo não é possível”, dizia um trecho do comunicado.
No segundo turno, Amazonino seguiu com os mesmos apoiadores de campanha: Omar Aziz, Pauderney, Silas Câmara e Artur Neto. A coligação dele é composta pelas siglas PDT, DEM, PV, PSDB, PSD, PRB e PSC.

Propostas

Amazonino Mendes destacou durante sua campanha reordenar o orçamento e a aplicação de recursos com foco em três áreas. Na educação, ele afirma que a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) voltará a ter recursos e atuará por meio de parcerias para ofertar cursos de qualificação para suprir a demanda do Polo Industrial. Na saúde, ele garante o funcionamento pleno de toda a rede hospitalar. Para aumentar a segurança, a prevenção e repressão a crimes será feita com parceria das Forças Armadas, Polícia Federal e trocando informações estratégicas com os outros estados.
Fonte G1
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